O Sindicato dos Trabalhadores em Telemarketing (Sintratel) realizou, no dia 3 de junho, a 2ª Balada LGBT+, evento que antecedeu as atividades da Parada do Orgulho LGBT+ e reuniu trabalhadores, dirigentes sindicais, autoridades e representantes da comunidade em um momento de celebração, reflexão e fortalecimento da luta por direitos, diversidade e respeito.
A iniciativa teve como objetivo promover a inclusão e ampliar o diálogo sobre os desafios enfrentados pela população LGBT+, reafirmando a importância da conscientização e do combate a todas as formas de preconceito e discriminação.

Durante a abertura do evento, o presidente do Sintratel, Marco Aurélio Oliveira, destacou a histórica participação da entidade na construção e fortalecimento da luta LGBT+ no Brasil.

"Se a gente puxar um rápido histórico, o Sintratel foi uma das entidades que ajudou a Parada LGBT a crescer. Todos os anos participávamos com carro de som e contribuímos para levar mais politização ao evento, que hoje é um dos maiores do mundo. O Sintratel continua sua história de organização, reivindicação e apresentação de propostas para melhorar a vida da população LGBT+. Esta é a segunda balada que realizamos após a pandemia e, mais uma vez, foi um grande sucesso. A categoria compareceu em peso. Queremos festa, queremos nos divertir, mas também queremos a oportunidade de dialogar, conscientizar e manter firme o tema deste ano: ‘A rua convoca, a urna decide’”, afirmou.

O deputado estadual Luiz Claudio Marcolino também participou da atividade e parabenizou o Sintratel pelo trabalho desenvolvido em defesa da inclusão e dos direitos dos trabalhadores.

“O Sintratel sempre saiu na frente quando o assunto é inclusão, progressão salarial e reconhecimento das diferenças entre trabalhadores e trabalhadoras. Este é um espaço importante de reflexão, onde a comunidade LGBT+ se reconhece, se fortalece e se organiza para continuar sua luta por direitos e respeito”, destacou.
Um dos momentos mais emocionantes da noite foi a apresentação da artista Pantera, que levou ao público uma mensagem de união e acolhimento.

“A gente precisa estar junto de quem nos abraça. Falamos muito sobre respeito, sobre racismo e homofobia, mas acredito que a palavra-chave é amor. Só haverá mudança quando aprendermos a nos abraçar, a nos acolher e a reconhecer a humanidade uns dos outros”, declarou.

A 2ª Balada LGBT+ consolidou-se como um importante espaço de convivência, celebração e conscientização, reafirmando o compromisso do Sintratel com a promoção da igualdade, do respeito às diferenças e da construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e democrática para todos.

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