Nesta sexta-feira, 14 de março, completam-se sete anos do brutal assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Um crime covarde que chocou o Brasil e o mundo, não apenas pela violência, mas pelo que ele representa: um atentado contra a democracia, contra a liberdade de expressão e contra a luta por direitos.

Após anos de impunidade, as investigações avançaram, e em 24 de março do ano passado, os irmãos Brazão e o delegado Rivaldo Barbosa foram presos, apontados como mandantes do crime. Eles negam as acusações, mas a sociedade exige respostas definitivas e punição exemplar para todos os envolvidos.


A execução de Marielle não foi um crime comum. Foi um ataque político, contra uma mulher e com motivações ideológicas claras, que buscou silenciar uma voz incômoda para os poderosos. Mas o que os assassinos não previram é que sua voz se multiplicaria. Hoje, Marielle é símbolo de resistência, sua luta segue viva e sua memória continua inspirando milhares de pessoas a não se calarem diante das injustiças.


O Brasil clama por paz, mas não pode haver paz sem justiça. Não podemos aceitar que a violência política se torne regra. O caso de Marielle precisa ser solucionado por completo, e os responsáveis, punidos com o rigor da lei. Somente assim honraremos sua memória e garantiremos que sua luta por igualdade e dignidade continue ecoando por todo o país.


Marielle, presente! Hoje e sempre!
Anderson, presente! Hoje e sempre!

Marco Aurelio, presidente Sintratel