Tá a fim de curtir o fim de semana, mas não sabe o que rola em SP? Para facilitar sua vida na capital, a Catraca Livre selecionou 5 programas imperdíveis e gratuitos, que rolam de sexta-feira a domingo!

Achou pouco? Nossa agenda reúne centenas de eventos lindos, baratos e 100% culturais para aproveitar todos os dias da semana – confira aqui!

  • 1. Aniversário do Bixiga une samba, graffiti e feirinha ao ar livre

    Crédito: Flavio Cabral - DivulgaçãoLegenda: Aniversário do Bixiga está recheado de programação cultural gratuita

    Um dos bairros mais tradicionais da cidade de São Paulo está completando 140 anos e quem ganha é você! O aniversário do Bixiga está recheado de atrações imperdíveis até o dia 1º de novembro – e tudo GRATUITO!

    Este ano, o Festival de Aniversário do Bixiga chega à 12ª edição. A festança une samba, jazz, graffiti, feirinha de antiguidades e artesanato, caminhadas guiadas, mostra fotográfica, teatro, passeio ciclístico e muito mais. Basta escolher uma atração e curtir.

    Saca só a programação do #fds:

    II Salão de Artes do Bixiga – Mostra Fotográfica 140 anos do Bixiga
    Onde: Espaço Cultural da Faculdade Paulista de Artes – Prof. Luiz Rogério Telles Scaglione – Av. Brigadeiro Luis Antonio, 1200
    Visitação: diariamente, das 10h às 17h
    Direção: Professora Doutora. Vera Lucia Telles 

    Das 9h às 17h: Feira de Artes e Antiguidades do Bixiga
    Onde: Praça Dom Orione

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  • 2. Bienal de Artes do Ouvidor 63 propõe a construção de novos mundos

    Crédito: Rose Steinmetz - Divulgação - Ouvidor 63Legenda: Fachada da Ouvidor 63, maior ocupação artística da América Latina

    Os amantes das artes têm um novo ponto de encontro em São Paulo: a Ouvidor 63, maior ocupação artística da América Latina. Até o dia 7 de outubro, das 14h às 20h, o prédio de 13 andares localizado no centro da cidade recebe a 2ª edição da Bienal de Artes do Ouvidor 63.

    O evento tem o objetivo de propor a construção de novas realidades a partir da cultura de compartilhamento, da inclusão e da abundância. O ponto de partida foram os 24 laboratórios gratuitos e abertos ao público interno e externo em áreas como história da arte, estética, estudos socioambientais, instalação, skate, marcenaria/cenografia e tatuagem.

    Mais de 300 artistas independentes criaram coletivamente as obras expostas ao longo deste mês – o que já é um contraponto entre a maioria das bienais de arte, cujos processos não são coletivos.

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  • 3. Cinema GRÁTIS: CCSP exibe filmes chineses premiados e inéditos

    Crédito: ReproduçãoLegenda: Longa "De Lan", de Liu Julie, integra a programação da 4ª Mostra de Cinema Chinês de São Paulo

    Se para você não existe nada melhor do que um cineminha, fique ligado na programação do CCSP – Centro Cultural São Paulo durante o mês de outubro. Entre os dias 4 e 14, a instituição exibe GRATUITAMENTE filmes chineses premiados e inéditos.

    A Mostra apresenta um panorama dos cineastas da Nova Geração da Mongólia Interior, região autônoma da China, além de retrospectivas do diretores Liu Jie e Qiao Lian. Para fazer este retrato da produção chinesa foram escolhidos 12 filmes.

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  • 4. Mulheres radicais ganham exposição coletiva na Pinacoteca de SP

    Crédito: Sandra EletaLegenda: "Edita (la del plumero), Panamá" por Sandra Eleta, integra exposição Mulheres Radicais

    De 18 de agosto a 19 de novembro, é possível viajar pela história da arte experimental feminina com cerca de 280 obras de 120 artistas em exposição no primeiro andar da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Nomeada “Mulheres Radicais: arte latino-americana, 1960-1985“, a mostra coletiva reúne fotografias, vídeos e pinturas de 15 países distintos, dando visibilidade à produção de grandes artistas do século XX — como Lygia Pape, Cecilia Vicuña, Ana Mendieta, Anna Maria Maiolino, Beatriz Gonzalez , Marta Minujín, entre outras.

    Você pode visitar a exposição de quarta a segunda-feira, por R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada) – exceto aos sábados, que contam com entrada gratuita!

    As mulheres radicais surgem na arte para consolidar, em âmbito mundial, o patrimônio estético criado por mulheres que usam do próprio corpo para aludir — indireta ou diretamente – as inúmeras dimensões da existência feminina.

    Para a realização da mostra, as curadoras fizeram uma imensa pesquisa, desde 2010, que inclui viagens, entrevistas e análise de publicações em bibliotecas ao redor do globo.

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  • 5. Filmes, exposições e shows com temática LGBT+ agitam a zona leste

    Crédito: Roniel Felipe - Divulgação - Mostra ExcêntricaLegenda: Espetáculo "Cartas A Madame Satã Ou Me Desespero Sem Notícias Suas”, da Cia Os Crespos, integra programação da Mostra Excêntrica

    Representatividade importa! Por isso, entre os dias 2 e 27 de outubro, a Oficina Cultural Alfredo Volpi, localizada na zona leste de São Paulo, recebe a 5ª edição da Mostra Excêntrica, um dos mais importantes eventos com temática LGBT+existentes na cidade.

    Idealizada pelo Coletivo Sankofa, a intensa programação envolve teatro, cinema, performance, música, exposição e debate. E o melhor de tudo: as atividades são GRATUITAS. A ideia é discutir temas como corpo, sexualidade, identidade e arte.

  • Fonte: Catraca Livre

O Festival Ilhabela In Jazz chega a sua sexta edição com dos principais do gênero do Brasil, em Ilha Bela, no litoral norte de São Paulo. Nos dias 28 e 29 de setembro e 05 e 06 de outubro, das 18h30 às 22h30. Festival é gratuito terá ainda shows de Airto Moreira, Bixiga 70 e atrações internacionais

O festival Ilhabela in Jazz chega em sua sexta edição com uma série de shows gratuitos na praça centenária Coronel Julião, no centro histórico da cidade do litoral norte de São Paulo.

O evento, que este ano ocorrerá em dois finais de semana —28 e 29 de setembro e 05 e 06 de outubro– tem como principal atração o músico alagoano Hermeto Pascoal.

O Festival Ilhabela In Jazz chega a sua sexta edição já consagrado como um dos principais do gênero no Brasil

Outro destaque do Ilhabela in Jazz é o quarteto do trompetista norte-americano Ambrose Akinmusire, que traz seu repertório que vai do jazz ao pop pela primeira vez no Brasil.

O lineup conta ainda com shows do percursionista Airto Moreira, do trompetista italiano Paolo Fresu, que se apresenta ao lado do pianista espanhol Chano Domínguez e do grupo paulistano Bixiga 70.

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Em tom de homenagem, Nelson Ayres irá comandar um tributo a Victor Assis Brasil, o saxofonista brasileiro que tocou ao lado de gigantes do jazz como Dizzy Gllespie, Ron Carter entre outros.

Confira abaixo os shows:

Sexta (28/9)

18h30 – Banda local

19h30 – Cleber Almeida Septeto

21h – Paolo Fresu & Chano Dominguez

22h30 – Vintena Brasileira

Sábado (29/9)

18h30 – Banda local

19h30 – Renato Borghetti & Quarteto

21h – Ambrose Akinmusire

22h30 – Bixiga70

Sexta (5/10)

18h30 – Banda local

19h30 – Tributo a Victor Assis Brasil

21h – Fabio Gouvea Quinteto

22h30 – Airton Moreira & Grupo

Sábado (6/10)

18h30 – Banda local

19h30 – Fábio Peron Trio

21h – Gabriel Grossi Quinteto

22h30 – Hermeto Pascoal Big Band

 

Pela 1ª vez, um empregador doméstico foi reportado como infrator

 

O Ministério do Trabalho divulgou na sexta-feira (05) uma versão atualizada da chamada "lista suja" do trabalho escravo, em que denuncia 209 empresas pela prática do crime. De acordo com o documento, entre 2005 e este ano, 2.879 funcionários foram submetidos por seus empregadores a exercer atividades laborativas sob condições degradantes e desumanas.

 

O chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae), Maurício Krepsky Fagundes, destaca que a lista traz 50 nomes que não figuravam no cadastro anterior.

 

Ainda segundo ele, pela primeira vez na série histórica, iniciada em 2005, um empregador doméstico foi reportado como infrator. "Esse é o primeiro resgate [do tipo]. De lá pra cá, teve o caso de uma senhora submetida [a um trabalho análogo à escravidão] há mais 40 anos, no interior da Bahia e um caso em Roraima também. Esses [dois últimos] estão com processos ainda pendentes", afirmou.

 

Empresas

 

Entre as companhias flagradas pelas equipes de auditores fiscais do trabalho encontram-se a Spal Indústria Brasileira de Bebidas S.A, fabricante da Coca-Cola, e o grupo empresarial do setor têxtil Via Veneto, detentor de marcas de grife como a Brooksfield e a Harry's e que possui uma rede de lojas presente em todo o país.

 

Em mensagem encaminhada por e-mail, a Coca-Cola afirma que a Spal Indústria Brasileira de Bebidas S.A. já adotou as medidas judiciais cabíveis e que a companhia segue acordo coletivo, regulando a carga horária e o pagamento de remuneração extra. Na nota, a empresa assinala, ainda, que adota um plano de otimização de processos, com o objetivo de ajustar a duração do período de trabalho dos colaboradores responsáveis pela distribuição dos produtos. "Ressalta ainda que sempre operou com responsabilidade social, comprometida com a qualidade de vida e bem-estar de seus colaboradores, oferecendo-lhes condições de trabalho que respeitam a legislação vigente. Sua atuação é e sempre foi pautada no cumprimento rigoroso das leis trabalhistas e das políticas de direitos humanos vigentes", completa.

 

A Agência Brasil também buscou ouvir o grupo Via Veneto, mas não obteve retorno.

 

Segundo Fagundes, a nova lista traz tanto empregadores do espaço urbano como da zona rural. Ainda segundo ele, somente a lista com dados de 2018 consolidados, divulgada no final do ano, permitirá uma análise mais detalhada sobre o perfil das vítimas.

 

Ele ressalta, porém, que o governo federal já identifica como características comuns às vítimas a baixa escolaridade e o fato de estarem inseridas em bolsões de pobreza. "Já é um caráter histórico", disse.

 

A lista divulgada hoje reúne processos administrativos encerrados, ou seja, quando o empregador já foi ouvido e teve direito a se defender das acusações em duas instâncias administrativas.

 

Trabalho escravo

 

A legislação brasileira atual classifica como trabalho análogo à escravidão toda atividade forçada - quando a pessoa é impedida de deixar seu local de trabalho - desenvolvida sob condições degradantes ou em jornadas exaustivas. Também é passível de denúncia qualquer caso em que o funcionário seja vigiado constantemente, de forma ostensiva, por seu patrão.

 

De acordo com a Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (Conaete), jornada exaustiva é todo expediente que, por circunstâncias de intensidade, frequência ou desgaste, cause prejuízos à saúde física ou mental do trabalhador, que, vulnerável, tem sua vontade anulada e sua dignidade atingida. Já as condições degradantes de trabalho são aquelas em que o desprezo à dignidade da pessoa humana se instaura pela violação de direitos fundamentais do trabalhador, em especial os referentes a higiene, saúde, segurança, moradia, repouso, alimentação ou outros relacionados a direitos da personalidade.

 

Outra forma de escravidão contemporânea reconhecida no Brasil é a servidão por dívida, que ocorre quando o funcionário tem seu deslocamento restrito pelo empregador sob alegação de que deve liquidar determinada quantia de dinheiro.

 

Pesquisa da Organização Internacional do Trabalho (OIT) publicada no ano passado, elaborada em conjunto com a Fundação Walk Free, revela que, no mundo todo, cerca de 25 milhões de pessoas foram vítimas de trabalhos forçados, em 2016.

 

O Ministério Público do Trabalho disponibiliza, em seu site, um canal para registro de denúncias de crimes que atentem contra os direitos dos trabalhadores. A notificação pode ser feita de forma anônima.

 

Fonte: Agência Brasil

Conhecido como dorsalgia, o problema é a maior motivação para ausência no emprego em sete estados

 

As dores nas costas são a quinta maior causa de afastamento no trabalho por mais de 15 dias no país, atrás apenas de casos de fraturas. No ano passado, foram 12.073 casos de dorsalgia, como são conhecidas as dores nas costas – 6,13% de um total de 196.754 afastamentos.

 

Em 2017, os casos de afastamento por dorsalgia só ficaram atrás das fraturas de punho e mão (22.668 ocorrências), de pernas, incluindo tornozelo (16.911), de pé (12.873) e de antebraço (12.327).

 

Em sete estados, porém, a dorsalgia é a primeira causa de afastamento, incluindo lesões por acidentes de trabalho – Acre, Alagoas, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí e Rondônia (veja quadro ao fim da reportagem).

 

É considerada dorsalgia qualquer tipo de dor nas costas. A mais comum é a lombar, segundo o auditor-fiscal do Trabalho Jeferson Seidler. “O problema geralmente tem origem muscular ou nos ligamentos, mas as hérnias de disco intervertebral também têm impacto importante”, diz.

 

O auditor afirma que as atividades que envolvem movimentação manual de cargas estão entre as que mais oferecem risco. Em seguida aparecem as funções em que o trabalhador permanece por longos períodos na mesma posição.

 

Entre as ocupações que geram mais afastamentos por dores nas costas, entre aquelas com mais de 50 mil vínculos empregatícios, estão as de entrega de correspondências, transporte rodoviário de longas distâncias, fabricação de automóveis, frigoríficos, comércio atacadista de bebidas, coletas de resíduos, construção civil e atividades de atendimento hospitalar.

 

“A área hospitalar, por exemplo, sempre é citada em estudos sobre dorsalgias ocupacionais, devido principalmente às movimentações de pacientes acamados”, afirma Jeferson Seidler.

 

Prevenção

 

Para diminuir os riscos de trabalhadores com dores nas costas, o ambiente de trabalho deve ser organizado de maneira a oferecer as melhores condições possíveis, levando em conta itens como as normas de produção, ritmo de trabalho, tempo em que o funcionário permanece naquele espaço e conteúdo das tarefas.

 

Os parâmetros para um ambiente de trabalho considerado saudável constam na Norma Regulamentadora 17, que diz respeito à ergonomia. De acordo com o documento, a organização do local deve permitir “a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente”.

 

Entre as medidas adicionais e complementares para reduzir os riscos de dorsalgia estão fazer pausas para descanso e exercícios de alongamento e aquecimento ou ginástica laboral. Especialmente as ocupações que exigem esforço físico ou longos períodos em uma mesma posição, os alongamentos devem ser realizados antes e depois do trabalho.

 

Fonte: Ministério do Trabalho

Cinco livros sobre direitos humanos do acervo da Biblioteca Central (BCE) da Universidade de Brasília (UnB) foram propositalmente danificados, tendo algumas páginas rasgadas e riscadas. A instituição divulgou nota informando que está fazendo uma varredura em outros títulos que tratam do mesmo assunto para verificar se há mais obras vandalizadas.

 

O diretor da BCE, Fernando Leite, informou à Agência Brasil que está sendo feita uma investigação preliminar para apurar as circunstâncias e identificar os responsáveis. Segundo ele, a varredura no acervo deve demorar entre 7 e 15 dias.

 

“A gente precisa fazer essa identificação para encaminhar o caso para a Polícia Federal. O livro dentro de uma universidade pública é patrimônio público e a investigação sobre depredação de patrimônio público é atribuição da PF”, explicou.

 

Leite disse que funcionários da biblioteca já tinham identificado danos em três dessas obras ao longo do primeiro semestre do ano. Os títulos foram encaminhados para o setor de restauração da universidade. “Quando soubemos de outras duas obras com o mesmo tema percebemos que não era uma coincidência”, disse.

 

A Biblioteca Central ocupa uma área de mais de 16 mil metros quadrados, guardando um acervo de 1,5 milhão de itens. Como a maior parte está disposta em estantes, ao longo de mais de 500 corredores, nem todos os locais têm câmeras.

 

Em nota, o Ministério dos Direitos Humanos lamentou o episódio e ressaltou que a coexistência de ideias e leituras distintas sobre fatos históricos é essencial para a construção de uma sociedade plural, pacífica e tolerante.

 

“Rasgar obras literárias que veiculam narrativas sobre as conquistas em direitos humanos é, em última análise, impedir a formação de uma visão crítica e democrática do mundo que nos cerca”, destacou o ministro Gustavo Rocha.

 

Fonte: Agência Brasil

Neste último sábado (29), diversas mulheres brasileiras deram uma enorme demonstração de força, garra e coragem ao enfrentarem diretamente o extremismo, o fascismo e todo ódio que vem polarizando os discursos retrógrados carregados de racismo, homofobia, machismo e tantos outros estigmas carregados de preconceitos, ainda mais marcantes nestas eleições de 2018.

É preciso haver mudanças significativas no nosso país, principalmente nos retrocessos que vivenciamos abruptamente nestes dois últimos anos. Contudo há de se respeitar a democracia, respeitar as escolhas pessoais, independente da sua raça, credo ou orientação sexual, e respeitar, acima de tudo, o direito a vida e a dignidade humana, princípios básicos dos direitos humanos.

Está difícil entender o que estamos presenciando ultimamente, ou não (como diria Caetano), dependendo do ponto de vista de cada um. Pois se fizermos apologia às drogas, certamente poderemos, e seremos presos, enquadrados no artigo 287 do Código Penal, que diz: “Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime: Pena - detenção, de três a seis meses, ou multa”. Mas quando um candidato ou seus familiares fazem apologia ao crime de tortura, ou fazem declarações racistas, nada lhes acontece? 
No mínimo é de se causar muito estranhamento, sem falar na indignação que nos paira.

Na semana passada, a imagem de uma pessoa sangrando, com um saco plástico na cabeça e os dizeres #ELENAO circulou nas redes sociais, numa clara apologia a um crime previsto na LEI (Nº 9.455, DE 7 DE ABRIL DE 1997) num tremendo desrespeito, visto as atrocidades que o período da Ditadura proporcionaram em nosso país. Fatos que fazem reforçar a ideia do ditado popular: “pau que bate em Chico, não bate em Francisco”, reforçando também a seletividade no cumprimento da lei. Onde para alguns, é tão rígida, já para outros, inexiste.

Por esses e outros motivos precisamos parabenizar essas aguerridas mulheres que pintaram as ruas de lilás para lutar contra esse discurso que não condiz com a democracia do nosso país.

Nosso país é maior que essas palavras de ódio, e as mulheres, os índios, os quilombolas, os homossexuais e todos que participaram nestes protestos que ecoaram Brasil afora, mostraram que são protagonistas e que têm um peso enorme em todo o processo de cidadania e, consequentemente, eleitoral. 

Resumindo: às urnas no próximo 07 de outubro referendar a Democracia, o Progresso, a revogação da Reforma Trabalhista, o direito de poder se aposentar dignamente, de sermos senhores e senhoras do nosso próprio corpo, mas principalmente, pelo combate veemente aos retrocessos e aos atrasos. Precisamos novamente trilhar um futuro cheio de luz e esperança para que não sejamos apontados, mais uma vez, como a geração perdida. 

Ainda há tempo, estude seu candidato, veja quais são suas propostas e o que elas podem de fato fazer diferença na sua vida e de seus entes queridos. Afinal, votar é exercitar a cidadania, já escolher bem, é agir com consciência.  

Marco Aurélio Coelho de Oliveira – Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Telemarketing
Sintratel-SP

Paraíba, Goiás, Piauí, Roraima e Mato Grosso são os Estados com mais casos relatados à Secretaria de Direitos Humanos do Governo;  

Baixa representatividade no Congresso Nacional de defensores da causa LGBT dificulta aprovação da lei para criminalizar o preconceito.

São Paulo, 27/09 – O combate à LGBTfobia (expressão que define o ódio à população de gays, lésbicas, bissexuais e trans) só será efetivo quando o tema virar prioridade entre as políticas públicas do governo e ganhar a pauta de deputados e senadores no Congresso. O alerta vem da cientista social Ana Carolina Lourenço, uma das articuladoras da plataforma #MeRepresenta, que aproxima eleitores e eleitoras de candidaturas favoráveis a temas humanitários, entre eles o respeito à diversidade sexual e à identidade de gênero da população LGBT.

De janeiro até agosto, foram mortos no Brasil 294 lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais por crimes motivados pelo preconceito, segundo levantamento do Grupo Gay da Bahia. A estatística de 1 homicídio a cada 20 horas é semelhante aos números de 2017, quando ocorreram 445 assassinatos, ou 1 a cada 19 horas, motivados pela intolerância.

Já balanço do #Disque100 neste primeiro semestre (veja tabela abaixo) contabilizou 713 denúncias em todo o País, que somam 1.187 diferentes tipos de violências, sendo as mais frequentes: violência física, violência psicológica e discriminação.

 

 

Disque 100 - Ano 2018 - Número de denúncias LGTB  por UF

Ranking UF Denúncias (LGTB) População Total Denúncias por 100 mil habitantes

 

1º PB 30 3766528 0,80

2º GO 32 6003788 0,53

3º PI 16 3118360 0,51

4º RR 2 450479 0,44

5º MT 13 3035122 0,43

6º DF 11 2570160 0,43

7º RJ 66 15989929 0,41

8º AM 14 3483985 0,40

9º RO 6 1562409 0,38

10º CE 27 8452381 0,32

11º SP 126 41262199 0,31

12º PE 24 8796448 0,27

13º AC 2 733559 0,27

14º RN 8 3168027 0,25

15º SE 5 2068017 0,24

16º SC 15 6248436 0,24

17º MG 47 19597330 0,24

18º AL 7 3120494 0,22

19º TO 3 1383445 0,22

20º BA 29 14016906 0,21

21º PA 14 7581051 0,18

22º PR 17 10444526 0,16

23º RS 17 10693929 0,16

24º MA 10 6574789 0,15

25º AP 1 669526 0,15

26º ES 5 3514952 0,14

27º MS 3 2449024 0,12

  NA 156 86294408 0,83

TOTAL 713 190.755.799 0,37

(*) População Censo 2010 – IBGE /

Fonte: http://www.mdh.gov.br/informacao-ao-cidadao/ouvidoria/balanco-disque-100

 

Cientes da urgência de promover a representatividade de LGBTs na política, diversas organizações sociais ativistas – com o apoio de voluntários e da empresa de sorvete Ben & Jerry's – decidiram criar o site www.merepresenta.org.br para que eleitores e eleitoras pudessem reconhecer quais pretendentes aos cargos de deputado estadual, deputado federal e senador compartilhavam dos seus mesmos valores . A plataforma é capaz de fazer um match entre o candidato(a)  e o usuário, que chegará até o seu nome selecionando o partido, cargo, Estado e as causas sociais prioritárias: LGBTs, Gênero; Raça; Povos Tradicionais & Meio Ambiente; Trabalho, Saúde e Educação; Segurança e Direitos Humanos; Corrupção; Drogas e Migrantes.

“Por mais que o foco dessas eleições esteja no nome que ocupará a Presidência da República, a população precisa avaliar bem quais políticos lutarão pelos seus desejos, isto é, quem a representará de verdade no Legislativo”, explica a cientista social. Ela lembra que, apesar de o Brasil ser o País que mais mata LGBTs no mundo, essa violência ainda não conta com uma legislação penal própria, ao contrário do que já existe na questão do racismo e da injúria racial.

Isso faz com que denúncias como as divulgadas pelo #Disque100 sejam tratadas sem um respaldo jurídico próprio, limitando a ocorrência a um desrespeito ao artigo 3 da Constituição Federal que, de um modo genérico, determina “o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação” (Art. 3º, XLI).

No Congresso Nacional, já existem pelo menos três Projetos de Lei para tornar crime a violência praticada exclusivamente pela intolerância à diversidade de gênero e à orientação sexual da vítima: os PL 134/2018, PL 515/2017 e 7582/2014. Mas essas proposições seguem engavetadas aguardando um quórum de parlamentares que compreendam a urgência de criar essa legislação. Daí a necessidade de eleger mais LGBTs não só para as cadeiras de Brasília, como também para os cargos nas Assembleias Legislativas de cada Estado.

A Criminalização da LGBTfobia, ao lado da Educação para a Diversidade, são pautas consideradas prioritárias para os novos mandatos, de acordo com uma pesquisa realizada com internautas e participantes da Parada do Orgulho LGBTI+ em São Paulo deste ano. Na ocasião, o estudo se preocupou em ouvir a população LGBT e os simpatizantes para entender quais propostas gostariam de encontrar nas agendas das atuais candidaturas.

A pesquisa contou com o apoio da Ben & Jerry’s, que desde sua chegada ao Brasil em 2014 vem defendendo a bandeira LGBT, repetindo a postura ativista da marca em outros países em prol de um mundo mais igualitário. O blog da empresa no Brasil, por exemplo, compara a sociedade ao universo dos sorvetes: quanto mais sabores diferentes, melhor.

 Até o momento, a plataforma #MeRepresenta recebeu propostas de 840 candidaturas de todos os Estados relativas aos temas de direitos humanos. O site foi financiado pela Alianza Latinoamericana para la Tecnología Cívica, que contou com a ajuda de quase mil voluntários em todo País. A meta é contribuir para a visibilidade de candidatos e candidatas comprometidas com os direitos humanos, como o que aconteceu em 2016, quando a então candidata Marielle Franco – mulher negra, lésbica, representante de pautas humanitárias – foi um dos nomes mais frequentes nos resultados do match político.

Restaurantes, bares, parques e centros culturais estão próximos à região

Quando começaram as obras da linha 5-lilás do metrô de São Paulo, em 1998, o projeto era que ela estivesse conectada à linha 1-azul. Em 2002, seu trecho inicial foi inaugurado, ligando Capão Redondo a Largo Treze, mas sem transferência para qualquer estação azul. 

A linha ficou estagnada até 2014, com a abertura da parada Adolfo Pinheiro. Entre 2017 e 2018, mais seis estações foram somadas ao trajeto. Mas foi apenas na última sexta (28), 20 anos e sete governadores depois, que a promessa de interligá-la à linha 1-azul foi cumprida, por meio da estação Santa Cruz.

Na esteira vieram também uma conexão com a linha 2-verde, pela Chácara Klabin, e outras duas paradas: Hospital São Paulo e AACD-Servidor (inaugurada em 31 de agosto).

Apesar de possibilitarem uma importante conexão entre duas extremidades da região sul da cidade, as quatro estações estão localizadas em bairros com alta concentração de casas e prédios residenciais. Mas engana-se quem pensa que não há mais nada nas proximidades: importantes hospitais, igrejas e escolas agora são atendidos pela linha 5-lilás.

 

Para ajudar os moradores de São Paulo a desbravar o novo trajeto, o Guia preparou um roteiro com dicas de restaurantes, bares, parques e centros culturais em seu entorno.

 

O fim desta matéria, por sua vez, é dedicado às paradas Eucaliptos  e Moema, abertas em março e abril, e que conectam este novo trecho da linha à futura estação Campo Belo, prevista para inaugurar em dezembro.

 

 

CHÁCARA KLABIN

Aberta em 2006, a estação da linha 2-verde passou a integrar a linha 5-lilás na última sexta (28). Fica a dez minutos de caminhada da parada Vila Mariana (linha 1-azul).

 

Guloseimas

Doçaria da Vila

Diversas vitrines na entrada da casa exibem docinhos, salgados, tortas e bolos —para levar ou comer por ali. Frutas vermelhas, churro e chocolate Ferrero Rocher são alguns dos sabores de bolo disponíveis, servidos em fatia e cobrados por peso.

R. Francisco Cruz, 612, Vila Mariana, região sul, tel. 3881-9944. 60 lugares. Seg. a sex.: 11h às 19h30. Sáb.: 10h às 19h. Dom.: 10h às 16h. Valet R$ 12.

 

Sandoiti

Um pequeno sobrado abriga, há um ano e meio, a hamburgueria que se inspira na culinária asiática para suas receitas. Ingredientes como molho teriyaki, feijão-azuqui, wasabi e cogumelos aparecem nos lanches do cardápio, como o Shiitake Sando (R$ 24), vegano feito com shiitake, tofu chapeado, espinafre, molho de gochujang (condimento coreano) e maionese de gengibre.

R. Francisco Cruz, 317, Vila Mariana, região sul, tel. 2539-2507. 30 lugares. Ter. a qui., sáb. e dom.: 18h às 22h. Sex.: 11h30 às 15h e 18h às 22h.

 

 

Restaurantes

 

Danado de Bom

O restaurante nordestino, que acaba de completar um ano, tem paredes de tijolinhos cobertas por cordéis e garrafas de cachaça. Entre os pratos que desfilam pelo salão estão o clássico baião de dois, que pode ser acompanhado de peixe, bife ou frango (de R$ 27,90 a R$ 31), o escondidinho de carne-seca e a moqueca.

R. Vergueiro, 3.374, Vila Mariana, região sul{sul}, tel. 5571-0201. 100 lugares. Seg.: 11h30 às 15h. Ter. a sex.: 11h30 às 15h e 17h às 24h. Sáb.: 12h às 22h. Dom.: 12h às 17h. $

 

 

Sapore Pizza Bar

Inaugurada em 1993, a pizzaria tem ambiente familiar e serve, além de sabores tradicionais, como portuguesa e toscana, receitas próprias, caso da redonda recheada de mozarela, berinjela, rúcula, tomate seco e alho frito.

R. Dr. Pinto Ferraz, 33, Vila Mariana, região sul{sul}, tel. 5575-0963. Seg. a qui.: 11h às 15h e 18h às 23h30. Sex. e sáb.: 11h às 15h e 18h às 24h. Dom.: 18h às 23h30. $ 

 

Titto Gourmet

Desde 2016 o restaurante com mesas ao ar livre serve cardápio diversificado, com sanduíches, opções sem glúten, massas, carnes e petiscos. Entre as sugestões está o camarão na moranga, acompanhado de purê de mandioquinha ou arroz com banana-da-terra (R$ 61).

Av. Pref. Fábio Prado, 165, Vila Mariana{sul}, tel. 5084-1920. Ter. a sáb.: 12h às 22h. Dom.: 12h às 17h. Estac. (gratis). $

 

 

 

SANTA CRUZ

Aberta em 2006, a e stação da linha 2-verde passou a integrar a linha 5-lilás na última sexta (28). Fica a dez minutos de caminhada da parada Vila Mariana (linha 1-azul).

 

Guloseimas

Dr. Bowls

A pequena cafeteria fica no pátio de um conjunto comercial e serve bebidas frias e quentes —como o capuccino de bombom (R$ 9,50). Para comer, há sanduíches, omeletes, tapiocas e salgados, além de quitutes açucarados, caso da torta holandesa (R$ 7). Há também opções de almoço e café da manhã.

R. Dr. Thirso Martins, 2.187, Vila Mariana, tel. 2594-3129. Seg. a sex.: 8h às 20h. Café expresso: R$ 5,20.

 

Mr. Mill’s Hamburgueria

Com uma outra unidade no Paraíso, a hamburgueria tem ambiente descolado e serve sanduíches com carne bovina, de cordeiro, calabresa e filé de frango, além de ter opções vegetarianas e cachorros-quentes, como o Dog Mill’s, feito com duas salsichas, mozarela, Catupiry, vinagrete e bacon.

R. Domingos de Morais, 2.987, Vila Mariana, região sul, tel. 2615-4271. 120 lugares. Seg., ter. e dom.: 11h30 às 24h. Qua. e qui.: 11h30 às 2h. Sex. e sáb.: 11h30 às 4h.

 

 

Passeios

 

Casa Modernista

Tombado pelo Iphan, o imóvel foi residência do arquiteto russo Gregori Warchavchik e sua mulher, a paisagista Mina Klabin. Marco da arquitetura modernista, fica a menos de dez minutos da estação.

R. Santa Cruz, 325, Vila Mariana, região sul, tel. 5083-3232. Ter. a dom.: 7h às 19h. GRÁTIS

 

Museu Lasar Segall

Antiga residência de Lasar Segall, pintor e escultor nascido na Lituânia, o museu também foi projetado por Warchavchik e abriga, além de obras do artista, uma biblioteca, um cinema (ver pág. 29) e um café. Está a cerca de dez minutos de caminhada do metrô.

R. Berta, 111, Vila Mariana, região sul, tel. 2159-0400. Seg. e qua. a dom.: 11h às 19h. GRÁTIS

 

 

Restaurante

 

Graça Mineira

O restaurante dedicado à cozinha mineira oferece pratos como vaca atolada e leitão a pururuca. Para adoçar, experimente a cocada ou a ambrosia.

R. Machado Bittencourt, 75, Vila Clementino, região sul{sul}, tel. 5579-9686. 250 lugares. Ter. a qui.: 11h30 às 23h. Sex. e sáb.: 11h30 às 23h30. Dom.: 11h30 às 16h30. Valet R$ 15.

 

 

 

 

HOSPITAL SÃO PAULO

Inaugurada na última sexta (28) especificamente para integrar a linha 5-lilás, a estação fica próxima ao hospital que a batiza e à Universidade Federal de São Paulo.

 

Cinema

Cinemateca Brasileira

Responsável por preservar o acervo de produções audiovisuais brasileiras, a instituição agora fica a dez minutos de caminhada do metrô. Promove, em sua sede, sessões e mostras de cinema, como Eu, Nicole Puzzi, Possuída Pelo Prazer, atualmente em cartaz. Na homenagem à atriz de pornochanchadas estão títulos como “Damas do Prazer” (1978), exibidos de graça até 14/10. 

Lgo. Sen. Raul Cardoso, 207, Vila Clementino, tel. 3512-6111. Seg. a dom.: 9h às 18h. Confira a programação na pág. 29.

 

 

Guloseima

 

Cacau Factory

A especialidade do mix de cafeteria e doceria são os brownies, servidos na versão clássica e também em sabores como amêndoas, manteiga de amendoim e nozes. Os quitutes podem ser saboreados ali ou levados para casa, em embalagens para presente. Serve café da manhã com prato quente (panquecas e waffles são opções), fruta e bebida por R$ 15,99.

R. dos Otonis, 635, Vila Clementino, região sul, tel. 5082-1332. 12 lugares. Seg. a sex.: 7h às 20h. Sáb.: 10h às 17h.

 

Restaurantes

Gola Solta

Aos sábados, o restaurante é tomado por famílias e grupos de amigos que querem saborear o bufê de feijoada (R$ 59,90), acompanhada de caipirinha. Já entre as opções à la carte, disponíveis todos os dias, estão receitas para compartilhar, como o filé mignon ao molho gorgonzola (R$ 33), servido com pão.

R. Loefgren, 2.304, Vila Clementino, região sul{sul}, tel. 5082-3029. 180 lugares. Seg.: 12h às 15h30. Ter. a qui.: 12h às 15h30 e 17h às 23h. Sex. e sáb.: 12h à 1h. Dom.: 12h às 17h. $$$

 

Pueblo Parrilla

O restaurante serve cortes argentinos preparados no sistema de grelhas móveis, como bife ancho (miolo do contra-filé) e tapa de cuadril (picanha). Entre os acompanhamentos estão arroz, purê de batata-doce, legumes grelhados e creme de espinafre.

Av. Onze de Junho, 591, Vila Clementino, região sul{sul}, tel. 2649-1343. 52 lugares. Ter. a sex.: 12h às 15h e 19h às 23h. Sáb.: 12h às 16h e 19h às 23h. Dom.: 12h às 16h. 

 

Teatro

Teatro João Caetano

Inaugurado em 1952, o teatro municipal tem programação adulta e infantil. Atualmente, estão em cartaz a coreografia “A Dança das Vedetes” (ver pág. 60) e o espetáculo “12 Homens e uma Sentença”. Fica a apenas cinco minutos de caminhada do metrô.

R. Borges Lagoa, 650, Vila Clementino, região sul, tel. 5573-3774. 438 lugares. Confira a programação em 

facebook.com/teatropopularjoaocaetano

 

 

 

AACD - SERVIDOR

A estação, conectada apenas à linha 5-lilás, fica próxima ao hospital da Associação de Assistência à Criança Deficiente e também ao Hospital do Servidor Público Estadual.

 

Bar

Quitanda da Cerveja

Mistura de bar e loja de cervejas artesanais, a casa inaugurou no final de 2016 e é boa opção para um happy hour. São cerca de 200 rótulos no cardápio, além de 12 torneiras de chope rotativas —podem aparecer marcas como as nacionais Suricato Ales, Camale Brewery e Backer. Para comer, há hambúrgueres, porções e carnes para compartilhar, caso da fraldinha.

R. Pedro de Toledo, 1.378, Vila Clementino, região sul, tel. 3368-0702. 75 lugares. Ter. a sex.: 16h às 23h30. Sáb.: 12h às 24h. Dom.: 12h às 16h. Estac. a partir de R$ 18 (nº 1.367). Não aceita tíquetes. Chope artesanal - 473 ml.: R$ 20.

 

Guloseima

Los Bigotes de Frida

Drinques e cozinha tex-mex são os atrativos da casa mexicana, decorada com pôsteres e fotos de 

artistas do país, além de instrumentos musicais, chapéus de mariachis e máscaras de luta livre. Entre as bebidas estão tequilas e margaritas e, para comer, porções de nachos gratinados e de chile. Tacos, burritos, quesadilhas e tostadas de mole poblano —receita de frango com molho feito a partir de diversos condimentos e pimentas—são opções de principais.

Av. Açocê, 551, Indianópolis, região sul, tel. 5052-2189. 80 lugares. Seg.: 12h às 15h. Ter. a sex.: 12h às 15h e 19h às 23h. Sáb.: 19h às 23h.

 

Passeio

Parque Ibirapuera

Se antes o caminho até o Ibirapuera desanimava muita gente que queria passar o fim de semana no parque, agora não há desculpa: graças à nova estação AACD-Servidor, já é possível chegar ao local facilmente, utilizando apenas o metrô. Saindo da linha 5-lilás, basta andar por pouco mais de dez minutos até chegar ao portão 5. O caminho é plano e agradável, passando por ruas residenciais e arborizadas. Ao chegar no parque, o visitante se depara com uma de suas partes mais verdes e tranquilas, com rotas para bicicletas, quadras e boas áreas para piqueniques.

Parque Ibirapuera - portão 5 - Av. Quarto Centenário, s/ nº, região sul, tel. 5575-5045. Seg. a dom.: 5h às 24h.

 

Restaurante

Lilló

Um dos destaques do restaurante é a carta de vinhos, com cerca de 130 rótulos de várias nacionalidades. À noite, boa pedida são as pizzas, em sabores como marguerita com mozarela de búfala e tomate seco (R$ 77,90 a grande) e presunto parma com tomate e mozarela de búfala (R$ 83,90 a grande). No cardápio ainda estão massas, risotos, saladas, carnes e peixes. De segunda à sexta, durante o almoço, há menu executivo, com bufê de saladas à vontade, uma escolha de grelhado (filé de linguado e escalope de filé-mignon são opções), molho e dois acompanhamentos, como legumes ao vapor, arroz biro-biro e espaguete ao alho e óleo.

R. Borges Lagoa, 1.321, Vila Clementino, região sul{sul}, tel. 5572-3177. 150 lugares. Seg. a qui.: 12h às 15h e 18h às 24h. Sex.: 12h às 15h e 18h à 1h. Sáb.: 12h às 16h30 e 19h à 1h. Dom.: 12h às 16h30 e 19h às 23h. Valet R$ 20. $$$$

 

 

 

MOEMA + EUCALIPTOS

Inauguradas em abril e março, as paradas ficam entre o trecho da linha 5-lilás apresentado anteriormente neste roteiro e a estação Campo Belo, prevista para dezembro.

 

Bares

Gajos

A casa tem decoração com forte influência lusitana e serve coquetéis clássicos como o negroni e o Aperol spritz, além de cachaças, uísques, cervejas, chope, licores e vinhos. Para matar a fome, uma grande lousa verde indica as sugestões do dia: podem aparecer receitas como sardinhas grelhadas e bacalhau.

Al. dos Arapanés, 1.307, Indianópolis, região sul, tel. 5543-9749. Seg. a qui.: 12h às 15h e 19h às 23h. Sex. e sáb.: 12h às 24h. Dom.: 12h às 22h. Cerveja Stella Artois - 275 ml: R$ 10,50.

 

Steel Bar

Dedicado aos fãs de rock, o bar tem música ao vivo todos os dias. No ambiente escuro e decorado com objetos que fazem referência à cultura motociclista desfilam drinques como cuba libre e bloody mary, além de cervejas e destilados.

Al. dos Jurupis, 1.796, Indianópolis, região sul, tel. 3477-1070. Ter. a sáb.: 12h à 1h. Dom.: 11h às 23h. Não aceita tíquetes. Cerveja Heineken - 600 ml: R$ 15.

 

Willi Willie

Com um inusitado clima medieval, o pub tem área dedicada à prática de tiro com arco-e-flecha, com equipamentos e instrutores. Há ainda pista de dança e palco, no qual se apresentam bandas de rock, blues e classic rock.

Al. dos Pamaris, 30, Indianópolis, região sul, tel. 5533-0020. 350 lugares. Qua. e qui.: 19h30 às 3h. Sex. e sáb.: 20h30 às 5h. Dom.: 19h30 à 1h. Valet R$ 25. Não aceita tíquetes. Ingr.: R$ 10 a R$ 30. Cerveja Heineken - 330 ml: R$ 13.

 

Restaurantes

Chez Vous

Representante da culinária belga na cidade, o restaurante tem cardápio com ampla oferta de cervejas, além de especialidades gastronômicas do país. Prove as almôndegas em molho de cerveja preta e geleia de pera e maçã, acompanhadas de batatas fritas e maionese caseira.

Av. Lavandisca, 395, Indianópolis, região sul{sul}, tel. 5051-6263. 60 lugares. Ter. a qui.: 12h às 15h e 17h às 23h. Sex.: 12h às 15h e 17h às 24h. Sáb.: 12h às 17h e 19h às 24h. Dom.: 12h às 17h. Valet a partir de R$ 20.

 

 

Venite

A tradicional pizzaria, que já esteve no bairro de Vila Mariana, agora tem sede em Moema, onde são preparadas redondas em sabores clássicos como marguerita, calabresa e quatro queijos.

Av. dos Carinás, 247, Moema, região sul{sul}, tel. 5093-3389. Seg. a dom.: 18h às 23h59. Não aceita tíquetes. 

 

 

Guloseimas

The Bagel Factory

Com uma fábrica de pães ao fundo, a casa produz uma linha de sanduíches no bagel criados pela chef Ana Soares. Entre as opções, está o de salmão defumado, cream cheese e maçã-verde.

Av. Moema, 88, Planalto Paulista, região sul, tel. 5052-0161. 37 lugares. Seg. a sex.: 8h às 19h. Sáb.: 8h às 16h.

 

Casa Mathilde

Apesar de a unidade no centro da cidade ser a mais conhecida, a casa de doces portuguesa também está presente na zona sul. Entre as guloseimas vendidas está o pastel de Belém. A graça, porém, é experimentar sobremesas diferentes, como o travesseiro de Sintra (massa folhada com creme de amêndoas).

Av. Ibirapuera, 2.082, Indianópolis, região sul, tel. 5051-3204. 100 lugares. Seg. a sex.: 9h às 20h. Sáb. e dom.: 9h30 às 22h.

Fonte: Folha de SP

Tá a fim de curtir o fim de semana, mas não sabe o que rola em SP? Para facilitar sua vida na capital, a Catraca Livre selecionou 5 programas imperdíveis e gratuitos, que rolam de sexta-feira a domingo!

Achou pouco? Nossa agenda reúne centenas de eventos lindos, baratos e 100% culturais para aproveitar todos os dias da semana – confira aqui!

  • 1. Aniversário do Bixiga une samba, graffiti e feirinha ao ar livre

    Crédito: Flavio Cabral - DivulgaçãoLegenda: Aniversário do Bixiga está recheado de programação cultural gratuita

    Um dos bairros mais tradicionais da cidade de São Paulo está completando 140 anos e quem ganha é você! O aniversário do Bixiga está recheado de atrações imperdíveis até o dia 1º de novembro – e tudo GRATUITO!

    Este ano, o Festival de Aniversário do Bixiga chega à 12ª edição. A festança une samba, jazz, graffiti, feirinha de antiguidades e artesanato, caminhadas guiadas, mostra fotográfica, teatro, passeio ciclístico e muito mais. Basta escolher uma atração e curtir.

    Saca só a programação do #fds: 

    28 de setembro
    14h: Caminhada Cultural da Faculdade de Artes de São Paulo pelo Bixiga
    Saída : Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 1200

    30 de setembro
    14h: Festa das Crianças da Ala da Purpurina
    Endereço: Rua São Domingos esquina com a Rua Conselheiro Ramalho
    Comando: Paula Felicidade

    Das 9h às 17h: Feira de Artes e Antiguidades do Bixiga
    Onde: Praça Dom Orione

    Quer saber todos os detalhes? Clica aqui e se joga

  • 2. MIS celebra arte do videoclipe com festival e shows gratuitos

    Crédito: Alexandre Barrenha - Divulgação - Site OficialLegenda: Emicida é uma das atrações do m-v-f-, que acontece no MIS nos dias 29 e 30 de setembro

    Está chegando a sexta edição do m-v-f- Music Video Festival 2018, evento que celebra a arte do videoclipe por meio de um festival e shows gratuitos. Nos dias 29 e 30 de setembro, o MIS – Museu da Imagem e do Som se transforma em palco para estreias e exibições de videoclipes na tela de cinema, conversas com músicos e diretores, estreias de filmes, instalação de realidade virtual e pocket shows.

    Entre os destaques estão a conversa “m-v-f- future talents by Sp Cine”, no dia 29, às 16h30, com JalooLucas Santtana, Guilherme Nabhan, Julia Takamori, Poppy Rennó, Rafael Monteiro, o diretor Rudá Cabral e Renato Nery (Spcine), junto com a estreia do clipe “Cira, Regina e Nana”.

    No dia 29, às 18h, também tem o bate-papo “Unha & Carne”, com a presença de Drik Barbosa e os diretores Adilson MP e Ana Carolina Basilio, além de Emicida e o diretor Fred Ouro Preto.

    Para quem quiser curtir um som bom, às 17h30 do sábado tem pocket show de Jaloo com participação de Lucas Santtana e, às 19h, Drik Barbosa canta com o Emicida.

    No domingão, dia 30, às 15h, tem o talk “Unha & Carne Made in Bahia”, com Xênia França e os diretores Fred Ouro Preto e As Diabas, seguido da pré-estreia do clipe “Nave”, além de Luedji Luna com Joyce Prado e a estreia do clipe “Notícias de Salvador”.

    Entre os shows, os destaques são a Xênia França, que sobe aos palcos às 16h, e, por fim às 17h30, o Djonga se apresenta com a participação da Karol Conká.

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  • 3. Festa ao ar livre em Perdizes reúne bandas formadas por mulheres

     

    Representatividade importa! Por isso, no dia 29 de setembro, a partir das 14h, uma festa ao ar livre em Perdizes reúne SÓ bandas formadas por mulheres.

    O palco escolhido para A Porta das Minas Nº 36 foi a Praça Homero Silva, pertinho da estação Vila Madalena, da Linha Verde do Metrô de São Paulo. A sonzeira é acompanhada por exposições de Sonhos em filtros – ArtesanatosBia SteinKFM artLuiza Fonseca de SouzaLagguceLayla LoliAcsah Lírio e Bellezerart. Para comer e beber, latinha, latão, Heineken, catuaba (copo ou garrafa), cachaça (dose), torta (pedaço) , bolo (pedaço), refrigerante e água.

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  • 4. Alceu Valença e Falamansa fazem shows GRATUITOS no Anhangabaú

    Legenda: Alceu Valença

    Meu coração faz dum,dum,dum…/ É o zabumba batucando no forró / Meu coração faz dum,dum,dum…
    Com muito jeito vai batendo satisfeito / No compasso do meu peito / Fazendo forrobodó / A gente vai vivendo assim no tororó / Levando a vida no balanço do forró… Domingão, dia 30, é dia de forrózão do bom no Vale do Anhangabaú. Alceu Valença e Falamansa se apresentam gratuitamente no centro de São Paulo – além de grandes nomes do forró nacional.

    A festança começa às 9h. Até o momento, estão confirmados os shows de Alcymar Monteiro (13h), Flávio José (14h3o), Falamansa (16h), Solange Almeida (17h30) e Alceu Valença (20h).

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  • 5. Domingão tem Calefação Tropicaos GRÁTIS na Casa das Caldeiras

    Crédito: Martini - I Hate FlashLegenda: DJ PG é uma das atrações da festa

    Atenção, animais festivos! A festa Calefação Tropicaos leva mais uma vez seu calor e alto astral para a Casa das Caldeiras, na zona oeste de SP, no domingo, dia 30, das 15h às 23h. A entrada é gratuita e está sujeita à lotação do espaço.

    Uma das atrações da festa é o show do trio Côco de Oyá, formado por Rafa Ella Nepomuceno, Kelli Garcia e Sthe Araújo. Elas tocam percussão e cantam músicas inspiradas no samba de coco e outros ritmos populares brasileiros.

    A festa ainda tem sua tradicional Feira Tropicaos de produtores independentes, que vendem artigos de moda, artes, artesanato, plantas, aromatizadores, entre outros itens. E quando bater aquela fome depois de tanto dançar, é só andar até a comedoria da casa, que vende comidinhas e bebidas refrescantes.

Fonte: Catraca Livre

 

Paridade de homens e mulheres na política faz parte dos ODS

Para avançar na igualdade de gênero e nos direitos das mulheres, é preciso alcançar a paridade na representação política. Para isso, a recomendação da ONU Mulheres é que nas eleições do dia 7 de outubro o número de representantes femininas seja ampliado, já que atualmente apenas 10,5% do Congresso Nacional é composto por mulheres, mesmo elas sendo 51% da população brasileira e 52,5% do total de 147,3 milhões de pessoas aptas a votar no país.

Segundo a representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman, a paridade entre homens e mulheres em postos de representação e comando faz parte dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que tem como uma das metas um planeta 50/50 em 2030.

“Começamos a chamar a atenção nessas eleições sobre a importância de trabalhar em prol de uma representação das mulheres na política em igualdade, em 50/50. Quando vamos atingir isso no Brasil depende dos brasileiros e das brasileiras. Podia acontecer agora, em 2018, se as pessoas votarem em mulheres ou em homens e mulheres que trabalhem em prol dos direitos humanos”, diz Nadine.

De acordo com ela, o Brasil está muito atrasado, mesmo dentro da América Latina, em relação à paridade na representação política. “Na média da América Latina, a participação das mulheres nos congressos é em torno de 30%. O Brasil só está melhor na região do que o Haiti e Belize. E têm países como o México, Costa Rica, Bolívia e Cuba, que têm já 50%. Então, o Brasil está ficando para trás”.

Nadine explica que o desenvolvimento sustentável não vai ser alcançado sem a ampliação da representação feminina e o empoderamento das mulheres. “O lema é não deixar ninguém para trás. E quando você pensa em quem está para trás, você encontra sempre as mulheres, as indígenas, as negras, as pobres. Então, se você está realmente com uma proposta de levar a humanidade para um patamar de desenvolvimento, você precisa ter ações que traga para frente as pessoas que estão mais para trás”.

Diálogo Mulheres em Movimento

Nadine conversou com a Agência Brasil durante o 2º Diálogo Mulheres em Movimento – Alianças e Ações Coletiva, que começou hoje (26) no Rio de Janeiro com os objetivos de fortalecer o movimento de mulheres, defender a democracia e ir contra a criminalização de ativistas.

Organizado pelo Fundo Elas, British Council e ONU Mulheres, o encontro vai até sexta-feira (28), com cerca de 150 lideranças feministas de, pelo menos, dez países, para debater o contexto da luta pelos direitos das mulheres, além de mapear as oportunidades de alianças e traçar estratégias conjuntas para uma agenda do movimento ao redor do mundo.

De acordo com a coordenadora-geral do Fundo Elas, Amalia Fischer, o contexto atual brasileiro pré-eleitoral é muito complexo, mas as ameaças contra o avanço das mulheres na conquista de direitos e em busca de igualdade de gênero têm ocorrido em todo o mundo. Por isso, é importante a união feminista em eventos como esse.

“Que as mulheres do Brasil, da América Latina e do Reino Unido se encontrem, é muito importante, porque é fortalecer os direitos das mulheres, é reconhecer que as mulheres são uma força, que temos capacidade de resistência, de resiliência, e juntas podemos enfrentar melhor qualquer retrocesso a mais dos direitos das mulheres que possamos ter após as eleições, porque não sabemos quem vai presidir o Brasil”, afirmou.

Militante feminista desde a década de 70 e sobrevivente de tortura na ditadura militar, Amelinha Teles reconhece na juventude atual a força de outrora.

“As feministas jovens trazem o vigor da luta que nós trouxemos nos anos 70, então elas dão continuidade. Eu vejo que isso é tão forte que, mesmo com os retrocessos que a gente vive, essas meninas continuam, elas aparecem. De repente, quando você pensa ‘o que eu vou fazer’, você olha em volta e vê meninas de 14 anos lutando. Então, eu acho que elas são a nossa esperança e mostra que, de uma certa forma, elas absorveram o espírito daquela luta”, explica Amelinha.

A representante da ONU Mulheres, Nadine Gasman, diz que no mundo todo, ainda é preciso enfrentar problemas como a violência contra as mulheres, a diferença salarial e a sub-representação das mulheres no setor privado e na política, incluindo o Executivo e o Judiciário. E é preciso ações rápidas.

“A gente precisa propor ações muito mais rápidas, mais afirmativas, sem essa ideia de que vai levar muito tempo. Na verdade, precisa ter decisões, fazer investimentos de um jeito diferente, para garantir que as mulheres cheguem mais rápido [à condição de igualdade]”.

Fonte: Agência Brasil